Quatro Tipos de Integração

Quatro Tipos de Integração

Por Jeff Tunnell

Mais de uma década atrás, Joel Comiskey escreveu um artigo de revista que me deu clareza a respeito da integração durante a transição de um ministério baseado em programas para o ministério baseado em células. Eu selecionei algumas partes do artigo para vocês. Minha esperança é que essas definições permaneçam em vocês, como permaneceram em mim, como um guia para estabelecer e preservar as estruturas celulares que dão vida.

Eu (Joel) vejo quatro tipos de integração: as duas primeiras são usadas em igrejas com células. As outras duas são usadas na igreja em células.

SEM INTEGRAÇÃO

  • Igreja com pequenos grupos
    • As células são um ministério
    • Algumas pessoas estão nas células; outras pessoas, em outros ministérios
    • Nenhum esforço para integrar células e ministérios

INTEGRAÇÃO DEFEITUOSA

  • Igreja com pequenos grupos
    • Definição defeituosa do que é uma célula de verdade
    • Todos os grupos são considerados células (escola dominical, coral, células, etc.).
    • Integração é o reconhecimento de que a igreja já tem pequenos grupos

INTEGRAÇÃO MÍNIMA

  • Igreja em células
    • Definição clara do que é célula
    •O comparecimento/presença na célula é tão importante quanto no culto de celebração
    • Apenas aqueles que já estão participando de uma célula podem estar envolvidos nos ministérios oficiais da igreja.

INTEGRAÇÃO MÁXIMA

  • Igreja em células
    • Definição clara do que é célula
    • O comparecimento/presença na célula é tão importante quanto no culto de celebração
    • Aqueles que lideram ou estão em treinamento para liderar uma célula estão envolvidos nos ministérios oficiais da igreja.

Sem integração é usada em igrejas baseadas em programas. Se existem células, elas são simplesmente uma opção entre uma variedade de programas. Não há esforço para integrar ministérios e pequenos grupos.

Integração defeituosa é praticada nas igrejas que tentam equacionar todos os pequenos grupos como células (por exemplo, Modelo de Meta). A motivação é nobre (desejo de integrar), mas o problema decorre de uma definição defeituosa de uma célula. Nessa abordagem, uma classe da Escola Dominical, uma reunião do conselho, um grupo de canto, uma reunião de assistentes de estacionamento, uma célula que dá vida etc., são todos grupos classificados como “células”. Isso pode gerar uma integração instantânea (todos os ministérios são pequenos grupos), porém muitas pessoas irão pensar que já experimentaram a vida da célula, quando na realidade elas experimentaram um pequeno grupo programático.

Integração Mínima é praticada em muitas igrejas em células. Igrejas em células que fazem Integração Mínima dizem: “Todos devem participar ativamente de uma célula, mas não necessariamente liderar uma célula”. Com a Integração Mínima, a presença na célula é o requerimento chave antes do envolvimento em outro ministério da igreja.

Integração Máxima é praticada por um número crescente de igrejas em células. De acordo com essa opção, para estar envolvido em ministérios adicionais da igreja uma pessoa deve estar liderando uma célula, ou em processo de preparação para liderar uma célula.

Três Pontos para Lembrar
Em primeiro lugar, lembre-se que se uma igreja em células escolhe a opção Integração Mínima ou Integração Máxima, a decisão deve vir da liderança mais alta. O pastor sênior, a equipe de apoio, e/ou equipe de liderança ainda inexperiente precisam orar e definir a opção de integração para a igreja.

Segundo, se você está transicionando sua igreja do modelo tradicional baseado em programas para a igreja em células, você não pode exigir a integração completa imediatamente. Comece com um protótipo de célula, multiplique-a e, em seguida, construa os componentes da igreja em células (sendo a questão da integração um desses componentes).

Em terceiro, não adicione ministérios apenas para ser como a igreja do final da rua. Igrejas em células só adicionam ministérios essenciais que estão conectados com as células ou o culto de celebração.

Eu (Jeff) fui encorajado a ser guiado constantemente por essas definições como lembretes de que a vivência na célula é o mais importante. A partir da vivência na célula (expressão menor) uma pessoa é capaz de dedicar-se a outros ministérios, servindo a vida do Corpo na congregação (expressão maior).

Capacitando Líderes

Capacitando Líderes

por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Bertrand é um plantador de igrejas na França. Ele está trabalhando em uma cidade que não tem nenhuma outra igreja protestante. Seu orçamento reduzido não permite que ele viaje para receber treinamento, por isso seria fácil para ele se sentir isolado e sem orientação.

Contudo, Bertrand não está sem recursos. Ele diz com gratidão “Tem uma coisa que eu leio todos os dias sem falta, e é o blog do Joel Comiskey”.

Bertrand pretende plantar um ministério baseado em células em uma área que ainda não foi alcançada. Há pouquíssimos outros líderes cristãos a uma distância de carro, de modo que o incentivo que ele recebe da capacitação de Joel é inestimável. O fato de que o blog é diário ajuda a manter Bertrand focado em seu objetivo de forma contínua.

Graças ao alcance da internet, o ministério do Grupo Joel Comiskey agora está estendendo-se pelas línguas e fronteiras nacionais, fornecendo conhecimento e visão a milhares de líderes de ministério (como você!). O GJC existe para ajudá-lo a cumprir o seu chamado para fazer discípulos que fazem discípulos.