DISCIPULADO – Vozes de uma pedra-Lc. 19:40

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Discipulado é mais do que um processo; é um relacionamento.

Os discipuladores precisam ouvir com muito cuidado cada discípulo para juntos descobrirem de que maneira o relacionamento que está sendo formado pode levar à cura.

Os discipuladores precisam ser humildes a fim de receber os tesouros que aparecem a partir de um bom relacionamento com os discípulos.

“Se alguém te ferir na face direita, oferece também a outra”. Mateus 5:39

Frequentemente dizemos que as pessoas passivas são humildes. É uma maneira de encontrar algo amável para se referir a pessoas que consideramos bastante incapazes.

Raramente admiramos a humildade, porque a consideramos como o oposto da agressividade, que associamos ao sucesso. Jesus, no entanto, tinha uma visão diferente da humildade. Ele disse: “Agora que eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros” (João 13:14). Jesus não se fez humilde na presença de outros porque possuía uma baixa auto-estima. Ele escolheu servir seus DISCÍPULOS porque tinha consciência de quem era; Jesus era suficientemente confiante para assumir o papel de servidor. Ele sabia que o status e o poder não tornam uma pessoa importante. O que faz uma pessoa ser importante é sua capacidade de servir os outros. Não como um serviçal numa condição de humilhação, mas como alguém que está contribuindo e enriquecendo o caráter da outra pessoa; como alguém que acrescenta e inspira transformações internas que gerarão transformações externas, levando a outros a seguirem o exemplo. A grande questão é, que sempre se focaliza o ato visível (o lavar os pés literalmente), porém o que está em questão é o ato invisível; a causa… Jesus lava os pés para externalizar o servir uns aos outros.

A verdadeira humildade exige confiança em si mesmo. Para ser humilde você precisa saber quem é e escolher servir os outros. Não se trata da modéstia causada pela insegurança. Dar importância à outra pessoa sem nos considerarmos diminuídos é a verdadeira humildade.

Ser uma pessoa passiva é recusar-se a ter uma atitude por causa do medo. Ser humilde é ter uma atitude devido ao amor. Foi isso que Jesus quis dizer quando falou: “Se alguém te ferir na face direita, oferece também a outra.” Ele não disse: “Se alguém te ferir na face direita, dá meia volta e afasta-te.”

Jesus queria que as pessoas tomassem uma posição firme e tivessem uma atitude digna.

 

O que ele estava transmitindo é que o amor é mais forte do que o ódio. Se as pessoas atacarem você por ódio, procure amá-las até a morte. Jesus viveu este preceito literalmente na sua vida.

A humildade é a força sob controle.

Com amor,
A Pedra….

Sejam edificados – Pr Andre Henrique Torres Ribeiro

Como Deus quer…

Agora são 19h43, e estou me deliciando com a Palavra de Deus. Como um presente do céu, ao meditar em 1Pe. 5, alguns versículos saltaram aos meus olhos. Estou num período de muita reflexão ministerial, particularmente, e vejo quão consolador está sendo para mim meditar e me apoiar nas verdades bíblicas.

1Pe 5:2 – Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. 3 – Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho.4 – Quando se manifestar o Supremo Pastor, vocês receberão a imperecível coroa da glória.

Palavras que vou focar em 2017 retiradas deste texto bíblico:
1ª – não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Como Deus quer!!!!
2ª – Não ajam como dominadores, mas como exemplo para o rebanho!!! Como exemplo!!!

Que sejamos pastores, líderes e principalmente discípulos de Jesus na execução desta nobre tarefa!!!
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Agenda 2017 – Líderes de Células

Resultado de imagem para 2017JAN – 06 e 07PIB MirandópolisMIRANDÓPOLIS – SP – Pr. Wilson (18) 99113-2483

FEV – 04 e 06Igreja Presbiteriana RenovadaUMUARAMA -PR – Pr. Botura (44)  9 9908-8934

– FEV – 17 a 19Igreja Batista Renovada PARANAVAÍ -PR –Pr Juvercino Aguiar (44) 9 44 9844-0405

MAR – 25 a 27Luz para o Povos UBERLÂNDIA – MG – Bp. Adalberto (34) 9 8869-0107

PR ANDRE HENRIQUE TORRES RIBEIRO
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atualizada em 29.12.16

As partidas da Vida

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As partidas da Vida

Um nó na garganta, sensações de incertezas, esperanças reais acerca do inesperado. Todas as coisas colaboram para o bem daqueles que amam a Deus… o que é o amor? Uma ação simplesmente surpreendente, que arrebata a alma e modifica interiormente.

As partidas geram sensações de separação e superação, mudanças são inevitáveis, é o ciclo vital do natural com o sobrenatural. Existem apenas um ÚNICO que jamais se esquece, ELE é a essência do Amor e da Paz, criador Supremo, É o que é. Inegável, exaltado, Luz suprema das nações, o ÚNICO antidoto do consolo e sossego, da certeza e de todas as considerações finais da vida.

A Vida, essência de tudo, fôlego frágil e excêntrico, inspirador e expirador, quem pode subestimá-la? Apenas a Gênese de TUDO! Independentemente o que passou, em Cristo sou a projeção do coração de Deus para o agora. De onde vim, onde estou e para onde vou, dependerá do eco daquilo que se manifesta hoje, o amanhã está fora do alcance.

Sl 42:11NVI

Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.

 Por: Andre H. Torres Ribeiro

Cuidando daqueles que cuidam

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…conflitos externos e temores internos. Deus porém consolou-nos com a chegada de Tito”
(II Co 7.5,6)

Panorama:
O suicídio de pastores, líderes e filhos de líderes cresce e preocupa, tendo sido até batizado de “onda de suicídios”, mesmo não sendo algo novo. Há registros bíblicos de líderes como Sansão, Saul e Judas que tiraram suas vidas. Van Gogh, que além de pintor foi pastor, é um dos mais famosos a aplicar a pena capital contra si mesmo.

Nos últimos anos, vários pastores americanos tiraram suas vidas e, assim como no Brasil, o fato passa a ter certa frequência.

O que está acontecendo com os que estão na função de cuidado, mas não conseguem administrar suas próprias demandas? Por que pessoas que já ajudaram a tantos, desistem da própria vida? De acordo com o Instituto Schaeffer, “70% dos pastores lutam constantemente contra a depressão, 71% se dizem esgotados, 80% acreditam que o ministério pastoral afetou negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo”.

Motivos:
A causa mais comum noticiada para o suicídio de pastores e líderes, é a depressão associada a esgotamento físico e emocional, traições ministeriais, baixos salários e isolamento por falta de amigos.

Sim, pastores têm poucos amigos, e às vezes nenhum. Isso é visível em reuniões nas quais a maioria conta proezas, sucessos, vitórias e conquistas na presença dos demais, num clima de competição para mostrar que possui êxito no exercício ministerial. Entretanto, quando a conversa é íntima, o sofrimento se revela. Boa parte está cansada, desanimada, chateada com a igreja e com a liderança. Muitos possuem dificuldades no cuidado com a família e as finanças de alguns estão desequilibradas.

Isso acontece, em parte, porque pastores contemporâneos são cobrados como executivos ou técnicos de clubes de futebol, que precisam oferecer resultados numéricos às suas instituições. Caso contrário perdem seus membros, emprego, salário, moradia e sustento da família. É uma pressão enorme sobre os ombros de um ser humano.

A figura do pastor-pai-cuidador está escassa; aquele que expõe a Palavra à comunidade-família, aconselha os que sofrem e cuida dos enfermos e das viúvas. Há uma crise de identidade funcional entre o chamado pastoral e as exigências do mercado religioso institucional.

Possibilidades:
Ao olhar as palavras de Paulo no texto acima citado, percebe-se como o Senhor usou a chegada de Tito para consolá-lo, quando ele passava por conflitos internos e externos. Há alguns anos, a psicóloga Fátima Fontes, quando perguntada sobre livros que pudessem ajudar em momentos difíceis, respondeu com brandura e firmeza: “Nesses momentos, não precisamos de livros, precisamos de amigos”. É verdade, parece que é isso que o apóstolo deseja ensinar, quando menciona a chegada de Tito, bem como o pedido que faz a Timóteo em uma carta, no final de sua vida: “traga Marcos com você porque ele me é útil” (II Tm 4.11). É notável que nos versos seguintes ele pede a capa, os pergaminhos e os livros. Mas primeiro ele precisava de uma pessoa, Marcos. Como diz o Ed René Kivitz: “pessoas precisam de Deus, mas pessoas também precisam de pessoas”. Foi “a chegada de Tito” que consolou o apóstolo Paulo, e era Marcos, acima da capa e dos livros, que teria mais utilidade.

É urgente que se perceba a humanidade limitada e finita de pastores e líderes e que passos sejam dados por indivíduos e instituições, para melhorar a qualidade de vida dos que servem ao corpo de Cristo.

Pastores:
Fazer algo que traga alegria, prazer: ver filmes, pescar, caminhar, nadar, dançar, viajar. Atividades que o façam se sentir mais humano;
Encontrar um amigo que o aceite como é, com suas bobagens e defeitos, com quem se possa jogar conversa fora e não se saiba explicar o porquê da amizade. Ela apenas existe, nada mais, sendo inclusive possível fora de sua igreja local;
Encontrar um conselheiro ou terapeuta de confiança para abrir a alma. Pessoas de confiança, “Titos” e “Marcos” são imprescindíveis nas horas difíceis, diante das lutas da vida que parecem invencíveis.

Instituições:
Promover encontros de pastores que possuam caráter terapêutico/curador. Com facilitadores habilitados na condução de compartilhamento de emoções que afetam a vida pastoral; Diminuir as pressões de resultados sobre a função pastoral. Pastor não é um executivo, nem técnico de futebol, mas um cuidador do rebanho-família;
Estabelecer um padrão mínimo de orçamento-salário pastoral, para que ele e sua família não sofram privações.

Que o Senhor continue a prover sobre seu rebanho “pastores segundo o seu coração”. Amém!!!

Fonte: sepal.org.br

A AMIZADE NO DISCIPULADO

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Texto: “Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja. ” (I Coríntios 4:17)

O discipulado, como o nome mesmo diz, é ter discípulo ao lado, ou seja, caminhar em AMIZADE. O discipulado é amizade, é compartilhar, pois não retém a sua formação para si só. O discipulador não é um ermitão, solitário; não procura seus próprios interesses; não vive em orgulho. É um ensinador, um incansável guia; é fôrma pronta para formar.

Introdução: A amizade é a ação de estar com a outra pessoa (discípulo). Não é estar com alguém apenas, como dizem os dicionários, de uma forma superficial. Muitos podem estar com alguém apenas por estar, mas não haver entre ambos, amizade.

(AMIZADE – 1. Sentimento de afeição. 2. Estima. 3. Benevolência, bondade)

O discipulado é afirmado e firmado quando existe AMIZADE e isso é feito ao passar informação, através de conversas, de tempo investido e muitas outras formas de estar e acompanhar o discípulo.

É através da amizade, da convivência, que há formação no discipulado. Por isso, podemos definir amizade como convivência. É muito importante a convivência com o discípulo. Jesus, enquanto Discipulador, convivia com todos, mas Pedro, Tiago e João eram os mais chegados a Ele.

A Palavra nos mostra os resultados de uma boa convivência. Para Paulo ter uma excelente qualidade de vida, precisou se isolar para buscar uma convivência espiritual com o Senhor Jesus e um companheirismo com Ele. Paulo afirmou que o Evangelho que aprendeu não havia aprendido com homem algum, mas com o Senhor. Mas só pôde fazer tal afirmação, porque separou um tempo para aprender. (Gl. 1:12)

A convivência com os discípulos requer muito tempo. E, para isso, o fator humildade é muito importante. Você precisa ser humilde para abrir mão do seu tempo e investir no seu discípulo. Afinal, seu discipulado não pode ter uma participação apenas informativa.

Ande com o discípulo, chame-o para estar com você, para conhecer a sua casa, disponha-se a cumprir a função para a qual prioritariamente você foi chamado: fazer discípulos de todas as nações.

Analisemos algumas relações de amizade na vida dos patriarcas e Profetas.

  1. Abraão

1.1 Abraão X Ló – a frustração de uma má escolha

Ló era escolha 100% do coração de Abraão. Deus mandou Abraão sair da sua terra e do meio de sua parentela e ir para a terra que o Senhor estava lhe mostrando. A promessa era a de que ele seria uma grande Nação.

Com certeza, Abraão ficou preocupado diante de tão grande responsabilidade. Deve ter pensado como isso aconteceria se ele e sua esposa já não tinham mais capacidade humana de gerar filhos.

Abrão tomou seu sobrinho Ló, que fazia parte do seu sangue, a fim de perpetuar a sua descendência, ainda que a lei da época não permitisse que um sobrinho perpetuasse a descendência.

A preferência do coração de Abrão era Ló. Ele ainda não havia compreendido que para ser bem-sucedido na vida precisava estar 100% de acordo com a vontade do coração de Deus.

Abrão, já escolhido como líder, como discipulador no Antigo Testamento, falhou por causa da sua escolha. É por isso que, na relação de amizade, deve-se tomar cuidado com a preferência e com os motivos que estão guiando o líder a levantar uma determinada pessoa na equipe e na liderança.

A motivação no discipulado deve ser correta, jamais movida por interesse pessoal. E, para isso, é preciso tomar cuidado, vigiar. Podemos olhar para a vida de Abrão e perceber que havia uma motivação errada em seu coração. Ele queria, por seus próprios planos, garantir sua descendência.

Na relação com o discipulador – discípulo, a amizade não pode ser inadequada. É Deus quem dá os discípulos para o líder. Portanto, o líder deve confiar no que Jesus disse em João 6:37 e João 17. No discipulado, não deve haver porfia entre líderes por causa de célula ou de discípulos.

O líder tem a vocação de ser discipulador, logo a consequência natural em sua liderança será a de ter discípulos. É importante caminhar pela vocação que gerará frutos: os discípulos.

No discipulado, não é interessante andar atrás de vidas simplesmente para dizer que tem números; essa é a motivação errada. Quando isso ocorre, é como se o líder estivesse caminhando com Ló, recebendo discípulos por transferência.

Estamos em uma época que se faz necessário ensinar aos discípulos sobre amizade, companheirismo e fidelidade. Se for discípulo, deve ser discípulo mesmo.

Quando Jesus estava passando por um momento difícil, todos os Seus discípulos O abandonaram, negaram companheirismo.

Eles desconheciam o propósito central da vocação para a qual haviam sido chamados.

Nós, como discípulos de Jesus, precisamos descobrir o propósito central da nossa vocação para depois ensinarmos aos nossos discípulos. Essa é a forma segura de não andarmos em atropelos. Os atropelos chamam Ló para nossa vida. E o pior é que nós não podemos caminhar para sempre com Ló. Chegará um dia em que teremos que nos separar dele, deixá-lo no meio da estrada… E todo o seu trabalho terá sido em vão.

Jesus, orando, disse que nenhum dos discípulos que o Pai havia-Lhe dado se perdera, a não ser o filho da perdição. Esta unção precisa estar sobre nós: formar, como discipulador, discípulos que não se perderão, mas que serão apresentados a Deus.

A amizade entre os líderes ajuda os liderados a não caírem na fraqueza, a não se tornarem uma espécie de Ló na vida do outro. Se o inimigo não encontrar uma brecha na relação discipulador – discípulo, com certeza, irá procurar na relação entre os condiscípulos.

Discipulado, uma visão de Deus para nossos dias.

Sou discípulo

“Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir, guiar-te-ei com os meus olhos. ” (Salmo 32:8) “Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar. ” (Isaías 48:17)

O discipulado é uma visão do coração de Deus. Após o discípulo ser consolidado, firmado em Deus, ele necessita aprofundar-se no conhecimento de Sua graça. E a melhor maneira para que isso aconteça é por meio do discipulado, ensinando-o com clareza os preceitos e estatutos do Reino de Deus. (Mt. 28:20)

Introdução

Ao trabalhamos com o modelo um a um, sempre percebemos o crescimento pessoal que cada pessoa tem no Reino de Deus. Os novos crentes se tornam discípulos ao serem através deste processo que deve ter como instrução exclusivamente os conselhos da Palavra de Deus.

A palavra discipular, na Bíblia, pode ser definida através dos termos hebraicos Yarah e Lamed.

YARAH significa instruir, dirigir, ensinar, apontar, atirar, visar, arremessar, lançar em linha reta. “Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir, guiar-te-ei com os meus olhos. ” (Salmo 32:8)

LAMED significa instruir, treinar, estimular, incitar, ensinar, fazer alguém aprender. “Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar. ” (Isaías 48:17)

Alguns pontos são fundamentais neste processo de discipulado, tais como:

1. Estabelecer a visão do discipular

A visão do discipulado se estabelece no relacionamento do discipulador com o discípulo. As definições acima revelam o caráter de Deus investindo em cada ser humano, através de Jesus, para que procedamos de igual modo.

O ato de discipular confere a cada um dos filhos de Deus responsabilidades especiais para com aqueles a quem estão discipulando. Isso quer dizer que não podemos negligenciar a tarefa de cuidar dos discípulos dando-lhes uma referência segura, a fim de que tenham em quem se espelhar. (O QUE EU SOU É MAIS IMPORTANTE DO QUE AS COISAS QUE EU FAÇO)
Para que isso aconteça, é necessário estarmos refletindo claramente o caráter de Cristo através de nosso procedimento.

2. Fundamentar o discipulado

A orientação bíblica, dada por Deus, nas cartas escritas à Igreja, fundamenta a visão do discipulado através de três pontos:

Equipando os discípulos e assistindo-os com objetivo de levá-los a uma vida de serviços frutíferos (Efésios 4:11,12).

Transmitindo a verdade a cada geração sucessiva de convertidos, isto é, discipulando aqueles com quem você mantém contato, para que estes, por sua vez, discipulem aqueles que são do seu círculo de relações (II Timóteo 2:2).

Multiplicando através do exemplo. (1Co. 10:33 e 1Co. 11:11). Isso representa buscar uma vida de santidade, pois a multiplicação só é eficiente se for obedecida por discipuladores, líderes que primeiro vivam a verdade na pureza e poder do Evangelho. Assim, cada nova geração de discípulos no Corpo de Cristo manterá a semelhança de Jesus, cuja vida e caráter não são apenas proclamados, mas se acham presentes na vida daqueles que discipulam em Seu nome.
EQUIPAR – TRANSMITIR – MULTIPLICAR

  1. Princípios da visão do discipulado

O discipulador, na visão do discipulado um a um, precisa de princípios bem estabelecidos em sua vida para que expresse com exatidão o caráter d’Aquele que representa na Terra. Os princípios que perfilam o caráter do discipulador são Santidade e Fidelidade, que geram o Compromisso.

 
a) Santidade
“Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os Seus santos. ” (I Tessalonicenses 3:13)
A palavra santidade tem origem na palavra grega hagiosune e significa o processo, qualidade e condição de uma disposição sagrada e a qualidade da santidade na conduta pessoal. É o princípio que separa o crente do mundo.
Hagiosune nos consagra ao ministério do discipulado, no corpo e na alma, encontrando realização na dedicação moral e uma vida comprometida com a pureza.

A santidade faz com que cada característica nossa seja submetida à inspeção divina e receba a Sua aprovação. A fonte da santidade é um relacionamento pessoal com Jesus e não um sistema de obras.

b) Fidelidade
“Como o frio da neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque refresca a alma dos seus senhores. ” (Provérbios 25:13)
A palavra fidelidade, na Bíblia, deriva do termo fiel, que no hebraico é emunah e significa firmeza, estabilidade, lealdade, consciência, constância, segurança, aquilo que é permanente, duradouro, constante.
Emunah vem da raiz aman, significa estar firme, certo, estabelecido, estável. Emunah é traduzida frequentemente como fidelidade também.
c) Compromisso
“Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento. ” (Atos 26:19,20) O Apóstolo Paulo estava totalmente comprometido com o objetivo do seu chamado: pregar o Evangelho e, assim, estabelecer o seu discipulado. Não há como ter o caráter de Cristo e não expressar compromisso com o Reino.
Como líderes, não pode faltar em nossa vida de discipulado a santidade e a fidelidade que representarão o nosso compromisso com Deus e com o Seu Reino.
SANTIDADE – FIDELIDADE – COMPROMISSO

  1. Abraçar a visão do discipulado com o Mestre Jesus

As profecias messiânicas, como Isaías 42:1-21; 49:1-7; 50:4-11; 53:12, preveem que o caráter servil de Jesus faria uma obra específica e agiria com obediência incondicional e imaculada.
Para abraçarmos a visão do discipulado, precisamos apreender o espírito de Jesus como servos, pois sabemos que o Filho do Homem não veio para ser servido e sim para servir.
Cristo procura aqueles que servirão sem buscar reconhecimento, procurando exaltá-Lo generosa e obedientemente, tornando-O conhecido. Isso é tão importante para Ele que, aqueles que se tornaram servos, não são mais “serviçais de pessoas simplesmente”, mas amigos e quando um amigo serve o outro há a verdadeira edificação no Reino, há calor e relacionamento.

 

Essa é a função dos amigos que servem, dos discipuladores, dos líderes. Estes devem estabelecer sua personalidade e ministérios através da própria devoção e obediência a Jesus, através de uma disposição verdadeira de servir sem interesses.
As bases do discipulado na Visão Celular visam instruir, dirigir, treinar, estimular e ensinar pessoas no caminho em que devem andar. É possível afirmar, então, que discipulado é o processo de uma vida.
Quando entramos na realidade do discipulado, compreendemos que não podemos viver mais exclusivamente para nós mesmos, mas devemos adotar um estilo de vida que nos permita compartilhar daquilo que Deus tem feito em nós.
Não podemos desconsiderar o fato de que, ao assumirmos o discipulado dos novos convertidos, estamos nos tornando seus ‘pais espirituais’. Essa missão demanda tempo, esforço, dedicação, renúncia e, sobretudo, muito amor a Deus e às vidas que chegam ao Reino de Deus.
Deus conta conosco nesse processo de treinar as vidas e capacitá-las com o caráter de Cristo, a partir do Modelo que lhes é apresentado. Se assim for, estaremos formando discípulos que amam ao Senhor e que não têm dificuldades em amar as vidas e dispensar tempo para vê-las fielmente servindo ao Pai.
Abraçar a visão do discipulado é dedicar o tempo e a vida por amor ao Reino, é cumprir o mandamento de Jesus de fazer discípulos (Mateus 28:19).

 

É trabalhar duro, para que, os sonhos de Deus se realizem na vida do seu discípulo.

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NATAL para SEMPRE

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“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” –  Jo 15.13

 

“ Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós” –   1 Jo 3.16

 

Natal é a história de alguém que ama demais. Eu não consigo entender muito bem como alguém pode amar tanto assim. Deixar toda a Glória em que vivia para se tornar um homem, simples, para viver o que vivemos e “morrer a nossa morte para que possamos viver a Sua vida”! Como lemos na Palavra, – “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” –  Jo 15:13

 

Foi exatamente isso que Jesus fez, nos deu a sua vida! Sem reservas e completamente, uma doação de si, para que pudéssemos ter hoje o que chamamos de natal.

 

Ele está aqui. Ele nos ama.

 

Nesse natal, que nos foi dado antigamente, mas é para sempre:

 

 

  1. VALORIZE O QUE É SIMPLES

 

“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel” –  Mq 5:2a

 

Natal é um tempo onde muita sofisticação aparece e o apelo ao consumo se tornou muito forte. Nós ficamos meio perdidos no meio de tantos amigos secretos, presentes, cartões – todas coisas gostosas de se fazer, mas, em algumas situações, um abraço, que não custa nada, é muito mais significativo.

 

Belém era pequena, simples. Lugar de pastores e campos. Deus ama o simples, você já reparou? Ele ama usar as coisas simples para fazer delas grandiosas. O singelo se torna majestoso…

 

Ao que temos dado mais valor?  A que entregamos mais significado? Vamos valorizar o simples nesse natal. Mesmo que não haja refeições muito caras, vamos nos alegrar em torno da mesa, simples, mas alegre, cheia de gratidão.

 

Vamos abraçar mais, sorrir mais.

 

 

É assim que vamos andar, na simplicidade que o Senhor nos ensina, e a Palavra do Senhor nos garante:

 

“Ele se estabelecerá e os pastoreará na força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, o seu Deus. E eles viverão em segurança, pois a grandeza dele alcançará os confins da terra. Ele será a sua paz” –  Mq 5.4 e 5

 

E, nessa simplicidade, precisamos manter o nosso coração capaz de enxergar o agir de Deus, tanto nas grandes coisas, como nas pequenas.  Assim, nesse natal, deixe o seu coração tornar-se sensível, mais uma vez, ao amor de Deus.

 

 

  1. MANTENHA O CORAÇÃO CAPAZ DE ADMIRAR-SE COM O QUE DEUS ESTÁ FAZENDO.

 

“Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito” –  Lc 2.20

 

Com o passar dos dias podemos nos “acostumar” com coisas maravilhosas, e passar a colocá-las em um plano de normalidade. Assim, agradecemos menos…

 

Os pastores viram algo maravilhoso, esplêndido, único, e fizeram duas coisas importantes:

 

  1. Foram repartir! Eles foram contar o que viram e ouviram, como nos relata o texto em Lucas 2.15: “Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”.

 

  1. Eles voltaram seus corações a Deus  – O glorificaram e O louvaram, como  lemos em Lc. 2.20- “Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito”..

 

 

Que nesse Natal nós estejamos sensíveis ao agir de Deus. Cada gota de chuva é uma bênção. Cada sorriso de criança é uma dádiva. Precisamos manter a capacidade de “ver” o amor de Deus e o cuidado dele no dia-a-dia!

 

Não podemos nos tornar cegos aos grandes e pequenos milagres que acontecem o tempo todo, ou focar muito mais no negativo que no positivo, que é nossa tendência natural… O que de ruim está acontecendo sempre chama muito mais atenção.

 

Mas, nesse natal, vamos focar no que Deus está fazendo de bom.

 

 

 

  1. ABRA O SEU CORAÇÃO PARA A GENEROSIDADE E DOAÇÃO

 

“Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra”.  – Mt 2.11

 

Natal é uma época na qual todos nos alegramos, desde criança, pela expectativa de receber. Todos nós amamos ganhar presentes! É tão gostoso!

Nesse natal, vamos pensar um pouco mais em dar do que receber. O que você pode dar para alguém, que vai fazer diferença na vida dessa pessoa? Um sorriso? Um abraço? Uma carta? Um chocolate? Ou um carro? O que importa é a doação.

 

Nós a aprendemos com os reis, que vieram do oriente. Sua viagem foi planejada cuidadosamente, seria muito longa! Foi feita pela fé nas profecias! Os presentes foram trazidos com sacrifício, de muito longe!

 

Como é a sua generosidade? Você dá o que sobra, o que é mais fácil? Vamos também, como os reis do oriente, planejar, e executar, gestos de doação guiados pelo Pai.

 

Seus presentes, provavelmente, sustentaram a família de Jesus em suas necessidades. Pode ser que hoje você seja chamado a abençoar desse mesmo modo a vida de alguém.

 

Nesse natal, que nos foi dado há muito tempo atrás para fazer diferença para sempre em nossas vidas:

 

 

  1. TRAGA A ALEGRIA PARA O SEU DIA-A-DIA

 

“Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo o Senhor”.  – Lc. 2.10,11

 

“Não tenham medo”, disse o anjo. Não tenha medo diante das lutas, já nasceu o teu Salvador. Não tenha medo diante das dores, já nasceu o Cristo! Não tenha medo diante das incertezas e inseguranças, já nasceu o Senhor!

 

Vamos nos alegrar!