Bancos vazios nas igrejas são uma crise de saúde pública.

Os americanos estão desistindo da igreja com muita rapidez. Quem vai pagar o preço são nossas mentes e nossos corpos.TYLER J. VANDERWEELE E BRENDAN CASE|ENGLISHESPAÑOL
Bancos vazios nas igrejas são uma crise de saúde pública.

Image: Illustration by Ryan Johnson

Oreverendo William Glass é um sacerdote e teólogo anglicano, fluente em cinco idiomas, que possui um currículo impressionante em marketing. Sua história não é de privilégios, no entanto. Na visão de Glass, a igreja salvou sua vida.

Glass cresceu desesperadamente pobre em um estacionamento de trailers na Flórida. Sua família ia à igreja talvez uma vez por ano, mas sua formação religiosa era, em suas palavras, “alcoólatra do sul”. Seu pai ou não estava presente ou era abusivo, ele não tinha amigos íntimos, e quando ia à escola, era um tormento. Ainda na adolescência, ele começou a controlar o estresse com drogas e álcool.

Mas, certo vez, Glass visitou um grupo de jovens presbiterianos para “impressionar uma garota”. Isso não mudou tudo da noite para o dia: ele continuou a ter uma vida difícil, incluindo a convivência com sem-tetos. Mas Glass também tinha amigos em algumas igrejas que cuidavam dele durante as crises, ajudavam-no a se manter conectado [ao grupo] e lhe mostravam outra maneira de viver.

Na visão de Glass, a igreja acima de tudo ofereceu a ele “capital social e relacional” que era escasso nas outras comunidades fragmentadas de sua vida. “Os laços que formei na igreja”, diz ele, “significavam que, quando a situação piorava, havia outra coisa a fazer além da próxima coisa ruim”.

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TEMPESTADES SÃO PASSAGEIRAS

Mc 4:35-41

Esse evento em que Jesus acalma a tempestade talvez seja um dos eventos mais conhecidos da Palavra. É fato que, desde o início da pandemia, todos temos passados por momentos difíceis em alguma área de nossas vidas. Podemos até dizer que nesse último 1 ano e meio, passamos ou estamos passando por uma das maiores tempestades que já vivemos. É comum não desejarmos viver momentos difíceis, que nos geram desconforto. Pelo contrário, sempre desejamos que nossa vida siga o trajeto e plano “perfeito” que traçamos. Mas, não podemos esquecer que tempestades na vida de um cristão são necessárias, pois elas forjam crescimento e amadurecimento.

1. ENTRE NA EMBARCAÇÃO.

Jesus tinha acabado de transmitir vários ensinamentos para uma multidão, incluindo seus discípulos, quando então Ele decidiu atravessar o mar. No v. 35 podemos ver que Jesus convidou os discípulos para atravessarem o mar.

Essa história é contada em 3 livros diferentes da bíblia, e em nenhum dos 3 versículos conta se Jesus disse aos discípulos o motivo pelo qual eles iriam atravessar o mar.

Mesmo assim, vemos que os discípulos aceitaram acompanhar Jesus, eles entraram juntos na embarcação.

Ainda mais, o texto não menciona em momento algum qual seria a motivação dos corações dos discípulos. Mas, podemos deduzir que eles estavam sedentos para ouvirem novos ensinamentos que Jesus tinha a dizer, afinal, eles já acompanhavam Jesus há um tempo. De uma coisa podemos ter certeza, os discípulos desejaram a companhia de Jesus.

Temos vivido em uma atual geração que tem afirmado com grande convicção que deseja crescer em Cristo. Mas, ao mesmo tempo, também temos visto que desses muitos, poucos realmente aceitam entrar na embarcação com Deus.

A atitude de aceitar o convite de Jesus significa que estamos dispostos a sermos levados à lugares que Ele deseja nos levar. É ter a compreensão que Jesus por muitas vezes, não nos contará o destino final, e que teremos que viver pela fé!

Na sua opinião, qual é a grande dificuldade de um cristão em aceitar os destinos que Jesus quer nos levar?

2. DESEJE VIVER A TEMPESTADE.

Como vimos na história, mesmo estando na companhia de Cristo, estamos sujeitos a passarmos por grandes tempestades.

No v. 38 podemos ver a reação dos discípulos: claramente eles estavam desesperados! Na perspectiva e ótica deles, naquele momento não existia solução, eles iriam morrer.

Muitas vezes, em nosso relacionamento com Deus, agimos como os discípulos. Escutamos o que Ele tem a nos ensinar, aceitamos o convite que Ele nos faz, mas na primeira tempestade nos desesperamos.

Mas, mesmo diante dessa atitude de desespero dos discípulos, podemos ver que eles prontamente recorreram ao mestre e não pensaram duas vezes: eles acordaram Jesus!

Em Rm 5:3-5, apóstolo Paulo nos mostra que os momentos de dificuldades nos forjam a crescer.

Nós, como filhos de Deus, ao desejarmos viver uma vida conforme Cristo viveu, precisamos entender que precisamos estar dispostos as passar pelas dores que Ele passou.

Temos disposição de viver a vida que Jesus tem para nós, quando ela se encaixa perfeitamente com aquilo que planejamos. Mas precisamos ter a mesma disposição para viver a vida que Jesus tem para nós, mesmo quando ela nos tira de nossa zona de conforto e nos leva para grandes tempestades.

Na sua opinião, qual o grande diferencial de um Cristão que passou a desejar viver as tempestades? Como podemos ter disposição nos momentos difíceis? Em seu momento de maior tempestade, o que te ajudou a continuar na caminhada com Cristo?

3. APRENDA COM A CALMARIA.

No finalzinho da história, no v. 39 podemos ver que Jesus acalma o mar, e a tempestade cessa. Viver na companhia de Jesus nos garante que nenhuma tempestade será invencível. Mas, logo no v. 40, Ele pergunta aos discípulos “Por que estão com medo? Ainda não tem fé?”.

Precisamos compreender que, logo depois de toda tempestade, existe um grande ensinamento. Existem momentos difíceis que só passarão depois que nosso coração estiver disposto a ser ensinável.

Não existem tempestades sem propósito. Deus deseja moldar nosso coração para que possamos ser cada vez mais parecidos com Cristo. É após a tempestade, na calmaria, que tiramos grandes ensinamentos.

Em uma frase, Bill Johnson diz que: “Às vezes, Deus acalma a tempestade. Outra vezes, Ele permite a tempestade e acalma você!”

Você acredita que temos mais discernimento para entender os tratamentos de Deus no momento em que está acontecendo a tempestade ou na calmaria? Por qual motivo, muitas vezes, demoramos a ter um coração ensinável? Por que delongamos as tempestades?

4. CONCLUSÃO.

Deus deseja um relacionamento íntimo e profundo conosco, mas para isso, precisamos estar dispostos a ser moldados. Precisamos ter a convicção que, se estivermos em uma embarcação e surgir uma forte tempestade, Jesus sempre estará conosco, nos acompanhando até a calmaria chegar.