O INCOMPARÁVEL AMOR DE JESUS

Lucas 7: 36 – 50

O texto de hoje nos apresenta o encontro de Jesus com uma mulher conhecida como pecadora. Um fariseu, chamado Simão, convidou Jesus para jantar na casa dele, quando, de repente, uma mulher entrou em cena. Apesar de não ser bem-vinda àquela reunião, de enfrentar um ambiente pesado e hostil, essa mulher foi impactada pelo amor de Jesus.

Jesus definiu a maldade da sociedade de sua época valendo-se de uma metáfora: “crianças numa praça gritando umas para as outras: Nós tocamos flautas e vocês não dançaram…entoamos lamentos e vocês não choraram” (Lucas 7: 35) Ou seja, nem mesmo os religiosos da época, como os fariseus, por exemplo, tinham compaixão ao ponto de se identificar com o sofrimento das pessoas, pelo contrário, eram capazes de rir da tragédia alheia. Será que hoje é diferente ou as pessoas continuam chorando em função da felicidade do outro e rindo de tragédias alheias? É sobre isso que estudaremos neste estudo.

1 – O AMOR INCOMPARÁVEL ACOLHE

Jesus percebeu a difícil realidade daquela mulher e a transformou: o amor de Jesus fez que a mulher se sentisse à vontade e confiante para derramar, em forma de lágrimas e de quebrantamento, todas as verdades, pecados e mazelas que faziam parte da vida dela. Somente um coração sincero será justificado diante de Deus. 

a) Qual é a verdade da minha vida que precisa ser apresentada a Jesus no dia de hoje?

b) Não importa quão feia ou quão difícil seja a minha verdade, devo oferecê-la a Jesus. Você concorda com esta afirmativa? Por quê?

2 – O AMOR INCOMPARÁVEL HONRA

Jesus honra nossos melhores sentimentos: aquela mulher chegou com a vida em cacos, com os sentimentos destroçados, já havia sido humilhada muitas vezes, mas, estava diante dela o ser mais gentil, mais amoroso de todo o universo e que jamais trairia a confiança dela ou a afeição que tinha por ela. Você já teve seus sentimentos desrespeitados, envergonhados, ou tem dificuldade de se entregar, de viver a plenitude dos sentimentos? Compartilhe.

3 – O AMOR INCOMPARÁVEL CURA

Jesus chegou nas mais profundas dores: a mulher pecadora chegou cheia de marcas, de feridas abertas, de rótulos que judiavam dela, que a humilhavam. Jesus, com Sua presença, palavra, afeto, amor e perdão restaurou a vida dela e a curou, libertando-a dos estigmas que pesavam sobre ela. Mas, para isso acontecer, ela teve que reconhecer as próprias fragilidades, teve que se derramar, entregar toda a dor que sentia e as neuroses que tinha nas mãos do Senhor. O que você pensa de pessoas que colocam “rótulos” em outras pessoas? Essa atitude reforça pontos negativos que aquela pessoa não gosta. Compartilhe.

CONCLUSÃO

Não devemos segurar em nossas mãos as piores verdades, nem os melhores sentimentos, e, muito menos, nossas mais profundas dores. Tudo deve ser entregue a Jesus. Só Ele sabe transformar tudo isso em matéria-prima, fazer do sofrimento uma linda obra de arte.

Autor: Pr Andre LDA

Bacharel em Teologia pela Faculdade Evangélica do Brasil - ISBL, estudou também na Faculdade Teológica Sul Americana, convalidando o curso na Unicesumar. Especialista em docência no ensino superior pela Unicesumar e Liderança, Plantação e Revitalização de Igrejas pelo Seminário Teológico Asbury. Atualmente é graduando em licenciatura em história pela Unicesumar. Tenho uma grande e honrosa missão, Ganhar, Cuidar e Encorajar as pessoas a terem um relacionamento com Jesus, é nisso que gasto minha vida, eu e toda minha família estamos envolvidos nesta nobre tarefa. Soli Deo Gloria

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