Missões

 “Como o Pai me enviou também eu vos envio.” Jo 20:21
 Com a graça de Deus estamos escrevendo mais uma vez de como Ele tem cuidado e nos dirigido nestes últimos dias. Mesmo que tenhamos que nos reorganizar com os imprevistos e nossas lutas o Senhor tem usado de uma forma muito graciosa cada um de nossos amigos, parceiros de oração e de todos que tem nos abençoado com o suporte financeiro. Agradecemos a Deus por suas vidas e oramos para que Ele retribuía cada um conforme sua bondade.
Ressurreição e Missão!

Entre a ressurreição de Jesus e sua ascensão aos céus, Jesus passou quarenta dias na terra ensinando sobre a missão de seus discípulos que seria a de levar a mensagem do Evangelho ao mundo a partir daquele momento. O final de cada um dos quatro Evangelhos descreve esta interação de Jesus com os discípulos depois da ressurreição. A Grande Comissão é quase sempre estudada isoladamente da ressurreição, porem para compreender plenamente a missão de fazer discípulos de todas as nações é necessário compreender o fato de que Jesus não permaneceu entre os mortos e este comissionamento não são palavras de despedida, ao contrário, o Cristo Ressuscitado afirma que permanecerá presente em suas vidas até a consumação do século, porque Ele é o Senhor. Assim a medida que homens e mulheres são transformados eles entendem que precisam levar esta mensagem do Cristo Ressurreto para o seu próximo. A missão de seus discípulos se torna tão claro logo após sua Ressureição que em João 20:21 Jesus afirma que “Assim como o Pai me enviou, Eu os envio”, assim como Jesus cumpriu sua missão, assim também seus discípulos poderão continuar sua missão porque o Cristo Ressuscitado está neles, e a eles todos foi dada toda autoridade nos céus e na terra. Não tem como cumprir este mandato do Senhor, se Ele não estiver vivendo em nós, não tem como ter sido transformado por este Cristo Ressurreto e não querer fazer parte desta grande obra do Senhor para as nações a partir de onde estamos. Por esta razão a celebração da Páscoa que passamos é muito significativo para o trabalho missionário, porque a ressurreição de Cristo aponta para importância de nossa caminhada cristã, pois nos faz relembrar o nosso chamado e a nossa missão.
Família
Estamos bem como família. Os filhos estão bem, as noras também e nosso netinho crescendo e sendo cheio de alegria e vida. Deus tem sido muito bom para conosco e não podemos reclamar de nada, mesmo que nossos dias estejam sendo bem desafiadores por conta de toda situação que estamos enfrentando com minha mãe. Nestes últimos meses as internações se tornaram mais frequentes e foram se alongando, na ultima vez ela ficou mais de 20 dias internada e precisou ser sedada para trazer um pouco mais de conforto a ela. Infelizmente depois da quarta tentativa a sonda gástrica não deu certo e o medico  voltou a colocar a sonda de alimentação pelo nariz. Com isto ela fica bem secretiva e tem que ser aspirada varias vezes, isto particularmente mexe muito comigo, pois não é fácil ver este procedimento e todo desconforto que ela tem. Mas a medica colocou ela em internação domiciliar, pois temos o convenio medico e toda estrutura para ajuda-la em casa. Na verdade estamos orando para que o Senhor faça o melhor para sua vida, pois a medica nos disse que não tem mais o que se fazer de sua parte e seria melhor estar em casa perto da família. Assim todos estes procedimentos fazem parte da doença e cremos que Deus em sua maravilhosa graça e poder esta fazendo infimamente mais que pedimos. Não sabemos o que temos pela frente nos próximos dias, mas seguimos confiando em Deus e em seu poder.  Enfim, precisamos sim muito de suas orações por ela e por nós, pois esta situação esta deixando a gente bem desgastado. A doença dela é uma doença neuro-degenerativa e os desafios são enormes para o paciente e a família, mas nosso amor e a graça de Deus são maiores que qualquer doença.
Ministério
Estes últimos dias foram bem atípicos, pois tivemos que cancelar varias compromissos de ministério e tentar ficar o mais perto possível de minha mãe, por toda a situação da família, especialmente quando ela esta internada e temos que passar as noites com ela. Mas louvamos a Deus, pois esta é a principal razão de estarmos aqui no Brasil neste momento, pois não conseguimos imaginar tudo que estamos passando se estivéssemos na África.

Mesmo tendo que antecipar nosso retorno por conta da situação com minha mãe, conseguimos completar com muito êxito nossos trabalhos no sul do Brasil entre os refugiados africanos. Não tem como descrever cada viagem missionária que fazemos com este objetivo, cada vez vamos conhecendo e andando por lugares e vendo mais e mais refugiados, podemos dizer que a África esta cada vez mais presente em nosso dia a dia aqui no Brasil. Temos tido muitos contatos, visitamos nossa equipe e tivemos oportunidade de ministrar e desafiar duas igrejas no trabalho com Refugiados e mais uma vez Deus nos surpreendeu com sua graça. Também temos ajudado varias igrejas apoiando o trabalho entre refugiados e a cada mês cresce o numero de igrejas dos que estão se envolvendo com este ministério de Diáspora. Temos também com nossas experiências com a MIAF no Quênia e agora com a Diáspora aqui no Brasil desenvolvido um Curso de Capacitação para Evangelismo de Refugiados e Muçulm@nos. Temos um formato com uma aula inaugural e mais dois módulos. Já temos vários estados e cidades interessados em fazer este curso de Capacitação, pois nossa objetivo é despertar a igreja a orar, amar e a alcançar refugiados, imigrantes e muçulmanos em sua região. Caso você tenha interesse em levar esta capacitação para sua igreja ou cidade entre em contato conosco.

Desafio: 30 dias de Oração no Ramad@ – Estamos junto com a MIAF e mais 4 organizações missionárias desafiando a igreja brasileira a dedicar parte do seu dia a buscar a face do Senhor, clamando por uma profunda revelação de Jesus entre todos os povos. O jejum muçulm@no vai acontecer de 5 de maio a 4 de junho de 2019. E você pode participar junto conosco deste movimento de oração e jejum conforme o Senhor lhe orientar. Para receber o Calendário de Oração entre no site ao lado e cadastre seu e-mail: https://juntosnoramada.com/
Por fim, gostaríamos de pedir suas orações e apoio neste momento de nosso ministério. Temos tido algumas dificuldades com a redução de sustento, mas somos gratos porque Deus tem nos sustentado em tudo. Mais uma vez obrigado por seu envolvimento por todo cuidado e carinho que vocês tem tido por nós nestes dias. Somos muito gratos a todos vocês.
Que Deus os fortaleça na fé, na perseverança e no amor por Missões,
Pr. Ricardo, Tina, Matheus, Felipe, Moara e Théo Matioli
Servindo ao Senhor, razão única de nossas vidas!
e-mail: matioli.africa@gmail.com
WhatsApp: 43 99941-0000
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Obs.: Como família missionária, somos responsáveis por levantar o apoio necessário de oração e de sustento financeiro para realização de nosso ministério missionário. Caso  queira ser um parceiro de oração ou de contribuição, por favor nos escreva.

A NOSSA FILIAÇÃO EM DEUS

ROMANOS 8:12-17

Paulo, nesse texto, fala sobre nossa filiação e sobre o que Cristo Jesus conquistou para nós. Deus é nosso Pai, Ele está presente em nossa vida e tem nos abençoado. O próprio Espírito de Deus testifica em nosso espírito que somo filhos. Temos nossa identidade. Aqueles que são guiados por Deus, são filhos de Deus. Vivemos em um mundo secularizado que, dia após dia, luta para desconstruir a família. É a família que traz ordem e estabelece o padrão de ética para o ser humano,por meio da paternidade e da maternidade. Precisamos de parâmetros e de entender que não temos apenas um Deus, temos um Deus que é Pai. É sobre isso que estudaremos hoje.

1-RECEBEMOS UM ESPÍRITO DE ADOÇÃO – VS.15

Não importa a sua experiência sobre paternidade,se foi boa ou ruim, somos adotados na família da fé por meio de Jesus. Há um contraste nesse versículo, em que o apóstolo Paulo usa as expressões adoção versus escravidão. Um escravo não tem um pai, nem nome e sobrenome. Por meiode Jesus, temos um novo Pai.Compartilhe: Mesmo sendo filhos, lavados e remidos pelo sangue do cordeiro, porque alguns ainda insistem em viver uma vida de escravo?

2-O ESPÍRITO TESTIFICA QUE SOMOS FILHOS– VS. 16

Nosso exemplo fala mais alto do que nosso discurso. Os pais são modelos em tudo para os filhos. Sem os pais, os filhos podem ficar sem alvos, sem objetivos. Devemos ser modelos, orar por eles e com eles. Há órfãos por falta de paternidade. Aqueles que, verdadeiramente, creem em Cristo, esforçam-se por andar perante Ele. Em sua opinião, qual a importância do exemplo em sua casa? Qual o impacto que isso terá na sociedade?

3-SOMOS HERDEIROS DE DEUS E COERDEIROS COM CRISTO – VS. 17

Nosso irmão mais velho, diferentemente do irmão mais velho do filho pródigo, alegra-se conosco e, por causa d’Ele, somos filhos, e tudo o que pertence a Ele pertence a nós. “A única pessoa que ousa acordar o Rei às três horas da manhã para tomar um copo de água é o seu filho.” – Tim Keller. Como você entende essa afirmação? Compartilhe!

CONCLUSÃO
Somos filhos e filhas por meio de Jesus. Você não tem o espírito de escravidão, mas o espírito de adoção. Estamos debaixo do Poder de Deus! Quando pensamos que tudo está perdido e que Deus, talvez, tenha se esquecido de você, é por meiodo Espírito Santo que lembramos que somos filhos.

Jesus a nossa páscoa

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Como se humilhou Cristo na sua concepção e nascimento?

Cristo humilhou-se na sua concepção e nascimento, em ser, desde toda a eternidade o Filho de Deus no seio do Pai, quem aprouve, no cumprimento do tempo, tornar-se Filho do homem, nascendo de uma mulher de humilde posição com diversas circunstâncias de humilhação fora do comum.

I João 1:14, 18; Lucas 2:7.

Como se humilhou Cristo na sua vida?

Cristo humilhou-se na sua vida, sujeitando-se à lei, a qual perfeitamente cumpriu, e lutando com as indignidades do mundo, as tentações de Satanás e as enfermidades da carne, quer comuns à natureza do homem, quer as procedentes dessa baixa condição.

Gal. 4:4; Mat. 5:17; Isa. 53:2-3; Heb. 12:2-3; Mat. 4:1; Heb. 2:17-18.

Como se humilhou Cristo na sua morte?

Cristo humilhou-se na sua morte porque, tendo sido traído por Judas, abandonado pelos seus discípulos, escarnecido e rejeitado pelo mundo, condenado por Pilatos e atormentado pelos seus perseguidores, tendo também lutado com os terrores da morte e os poderes das trevas, tendo sentido e suportado o peso da ira de Deus, Ele deu a sua vida como oferta pelo pecado, sofrendo a penosa, vergonhosa e maldita morte da cruz.

Mat. 27:4, e 26:56; Isa. 53:3; Mat, 27:26; Luc, 22:44; Mat. 27:46; Isa. 53:10; Mat. 20:28; Fil. 2:8; Gal. 3:13.

Em que consistiu a humilhação de Cristo depois da sua morte?

A humilhação de Cristo depois da sua morte consistiu em ser ele sepultado, em continuar no estado dos mortos e sob o poder da morte até ao terceiro dia; o que, aliás, tem sido exprimido nestas palavras: Ele desceu ao inferno (Hades).

1 Cor. 15:3-4; Mat. 12:40.

Qual é o estado de exaltação de Cristo?

O estado de exaltação de Cristo compreende a sua ressurreição, ascensão, o estar sentado à destra do Pai, e a sua segunda vinda para julgar o mundo.

I Cor. 15:4; Luc. 24:51; Ef. 4:10, e 1:20; A 1:11.

Como foi Cristo exaltado na sua ressurreição?

Cristo foi exaltado na sua ressurreição em não ter visto a corrupção na morte (pela qual não era possível que Ele fosse retido), e o mesmo corpo em que sofrera, com as suas propriedades essenciais (sem a mortalidade e outras enfermidades comuns a esta vida), tendo realmente unido à sua alma, ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, pelo seu próprio poder, e por essa ressurreição declarou-se Filho de Deus, haver satisfeito a justiça divina, ter vencido a morte e aquele que tinha o poder sobre ela, e ser o Senhor dos vivos e dos mortos. Tudo isto fez Ele na sua capacidade representativa, como Cabeça da sua Igreja, para a justificação e vivificação dela na graça, apoio contra os inimigos, e para lhe assegurar sua ressurreição dos mortos no último dia.


At. 2:24; Sal. 16:10; Luc. 24:39; Rom. 6:9; Apoc. 1:18; João 2:19, e 10:18; Rom. 1:4 e 8:33-34; Heb. 2:14; Rom. 14:9; 1 Cor. 15:21-22; Ef. 1:22-23; Rom. 4:25; Ef. 2:5-6; 1 Cor. 15:20, 25-25; 1 Tess. 4:14.

Como foi Cristo exaltado na sua ascensão?

Cristo foi exaltado na sua ascensão em ter, depois da sua ressurreição, aparecido muitas vezes aos seus apóstolos e conversado com eles, falando-lhes das coisas pertencentes ao seu reino, impondo-lhes. o dever de pregarem o Evangelho a todos os povos, e em subir aos mais altos céus, no fim de quarenta dias, levando a nossa natureza e, como nosso Cabeça triunfante sobre os inimigos, para ali, à destra de Deus, receber dons para os homens, elevar os nossos afetos e aparelhar-nos um lugar onde Ele está e estará até à sua segunda vinda no fim do mundo.

At. 1:2-3; Mat. 28:19; Heb. 6:20: Ef. 4:8, 10; At. 1:9; Sal. 68:18; Col. 3:1, 2; João 14:2-3; At. 3:21.

Confissão Maior de Westminster – 47 a 53