RELIGIOSIDADE

Existe uma diferença entre devoção à uma pessoa, e devoção à princípios. Se eu perguntasse em uma Igreja muitos responderiam erroneamente que o cristianismo é uma devoção à Religiosidadeprincípios, mas não! O cristianismo é devoção à uma pessoa, Jesus Cristo, ao Espírito Santo! Quando alguém é contaminado pela religiosidade o foco muda, e de filha, essa pessoa se torna uma serva de normas e regras. Os fariseus da época de Jesus tinham 613 normas detalhadas para sua vida diária, que precisavam cumprir por dia! Como se eles quisessem transformar a vida com Deus numa ciência exata! E a questão é: isso nunca vai trazer a paz verdadeira.

Por outro lado, os fariseus jejuavam pelo menos duas ou três vezes na semana, davam os dízimos de tudo e eram extremamente detalhistas. Mas jejum nunca foi e nunca será uma garantia de espiritualidade e tudo o que faziam nada mais era do que um ritual morto e sem qualquer comunhão com Deus. Será que hoje os crentes não estão correndo o mesmo risco?

Jesus revolucionou ao nos ensinar que a vida com Deus é relacionamento e uma série de normas e leis: “isso eu não posso”, “aquilo eu não faço”, essas normas jamais irão gerar o fruto do Espírito Santo na vida de uma pessoa.

O fruto do Espírito Santo só será gerado através da sua relação íntima com o Senhor. Em Efésios 5 a Palavra compara o relacionamento da igreja com Cristo ao relacionamento de marido e mulher. Com base nesta comparação, o que aconteceria se você transformasse a sua relação com a sua esposa em leis e normas e precisasse cumprir 613 obrigações diárias com ela? Nenhum relacionamento se sustenta vivendo desta forma, através de normas e leis!

O que tem acontecido é que muitos transform a vida com Deus em regras tão rígidas que acabam perdendo a espontaneidade. Você começa a se cercar: “se eu não acordar todo dia às seis da manhã para orar meu dia não vai fluir” e começa a se cobrar tanto que o que antes era uma alegria, algo espontâneo, passou a ser um peso diário terrível. Aquela espontaneidade deu lugar ao dever, ou seja, uma obrigação, legalismo.

O legalismo rouba a liberadade e a espontaneidade dos nossos atos e o que seria bom, um relacionamento com Deus, acaba se transformando em uma obrigação diária.

“Escreve ao anjo da igreja de Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro: Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus”

Apocalipse 2:1-7

Como uma igreja que tem todas essas virtudes: trabalho árduo, perseverança, capacidade para administrar crises; pode ter se desviado do primeiro amor? É possivel ter todos esses quesitos e ainda sim não amar a Deus como se fazia no inicio da fé? Sim. A Igreja de Éfeso foi se contaminiou com o fermento da religiosidade. E quando a religiosidade se manifesta na vida de um cristão, ela consegue sim fazer com que ele persevere, se separe do pecado, administre crises, mas isso não é mais acompanhado e carregado de amor, é simplesmente uma rotina, um ritual.

“Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal,se não te arrependeres”

Apocalipse 2:5

Você pode ir em todas as reuniões e cultos da Igreja, mas seu coração estar vazio. Isso equivale ao marido que é fiel à esposa, que trabalha para sustentar sua casa, que é perseverante, mas o seu coração não arde mais de amor por ela… Porque tudo agora caiu na rotina e nos deveres diários.

“Andemos nós também em novidade de vida”

Romanos 6:4

Andar em novidade de vida é renovar diariamente esse primeiro amor por Jesus, pelo noivo..

“quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres”

Apocalipse 2:5

Os fariseus faziam tudo muito melhor e com muito mais excelência, mas o Senhor não quer isso, o Senhor quer verdade, espontaneidade, o Senhor quer um amor. De nada vale o marido cumprir suas responsabilidades financeiras e pessoais com a esposa se ele não arde de amor por ela.

Nós precisamos receber este amor para poder dá-lo, ele não vem de nós, ele vem de Deus! Não deixe que as sete lâmpadas dos sete espíritos se apaguem da sua vida, não deixe que Ele remova o castiçal. Nós não podemos produzir esse amor porque fomos gerados do pecado, mas nós recebemos este amor.

O maior sinal de quando o Senhor retira o castiçal, é quando Ele destrói a próxima geração. Que nós venhamos a receber do amor  de Jesus, a chamar por santidade. Que só o amor seja visto, vivido e sentido no nosso meio.

O Senhor resumiu todas as leis em duas: amar a Deus sobre todas as coisas e o seu próximo como a ti mesmo. O que é mais importante é amar ao Senhor sobre todas as coisas, não porque é obrigação, não porque precisamos cumprir 613 normas, mas porque o Senhor quer relacionamento espontâneo, sem obrigação. Você não vai se relacionar por obrigação, você vai se relacionar, porque O ama profundamente. Nós somos livres!

Fred e Paula Matsumoto
EMB
http://embaixadadecristo.com.br/

 

ABUSOS NO DISCIPULADO

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1 Pe. 5: 2 pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.

O discipulado deve ser um estilo de vida e não um método de trabalho, o discipulado deve ser um meio de levar o discípulo a maturidade e ao crescimento. Não tenho nenhuma duvida que a edificação da igreja passa necessariamente pelo verdadeiro discipulado. Agora temos que estar atendo aos desvios que poderão ocorrer no seu relacionamento com seus discípulos e vise versa.

Quero enumerar aqui algumas advertências, que são também princípios, para o relacionamento entre o discípulo e o seu discipulador.

1 – AS RELAÇÕES DEVEM SER COMPATÍVEIS.

Antes de mais nada, precisamos mencionar alguns tipos de relacionamentos impróprios no discipulado. Evitá-los só trará benefícios à obra de Deus.

  • Solteiros não devem acompanhar casados em seus problemas matrimoniais e familiares.

 

Os problemas de casais só devem ser tratados por quem é casado e tem experiência na esfera familiar. E os problema sexuais, principalmente, são mais difíceis para o solteiro resolver. É claro que podem ocorrer exceções, mas estou bastante convencido de que serão bastante raras.

 

  • Os rapazes não devem discipular as moças e vise-versa.

 

Embora um rapaz possa levar uma moça a Cristo, mas não deve ser ele o seu discipulador. O mesmo se aplica as moças. Obviamente o nosso receio é que surja um envolvimento emocional entre eles. E isso seria muito danoso para vida espiritual para vida dos jovens.

 

  • Homens casados não devem acompanhar moças e mulheres casadas, e mulheres casadas não devem acompanhar rapazes e homens casados.

 

Você nunca deverá discipular uma mulher casada, a menos que sua esposa participe diretamente do processo. Isso significa que você só fará o discipulado de uma mulher com sua esposa presente em todos os encontros, mas logo deve providenciar uma discipuladora.

 

  • É melhor que o discipulador seja mais velho que o discípulo.

 

Quando o discípulo for bem mais velho que o discipulador isso pode trazer embaraços ao discipulado. Pode ocorrer uma inversão de papeis, não estamos falando que não pode, ma se poder evitar seria melhor.

 

2 – CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO E A DOMINAÇÃO.

 Cuidado com o assenhoreamento sobre a vida do discípulo. A palavra de Deus diz para guardarmos o rebanho de Deus que há entre nós, não como constrangidos, mas espontaneamente, como Deus quer: não como dominadores dos que foram confiados, antes tornando-nos modelos do rebanho.

A primeira coisa que temos que afirmar com muita clareza e convicção é que o discípulo é de Cristo e que nós somos apenas humildes canais por onde Jesus fará sua vontade e não a nossa.

Temos que ter muito cuidado com uma tendência muito sutil que pode influenciar no trabalho do discipulado que é o legalismo (Legalismo significa pôr as regras acima de Deus e das necessidades humanas.) e o controle da vida daquele discípulo.

Discipuladores quando desconhecem as exigências de Jesus, impõem suas próprias exigências.

 

Alguém chegou ao absurdo de afirmar que o povo gosta de pregadores que batem porque passam a ideia de um evangelho mais sério. Mas o que temos muitas vezes é apenas legalismo humano.

Assim, irmãos que vivem sob a tutela de líderes dominadores abrem espaço para um discipulado onde o homem, e não Jesus, domina o discípulo. Podemos dar certas opiniões e conselhos, mas jamais decidir pelo discípulo. A Bíblia tem direção para tudo na vida do discípulo, o que temos que fazer é seguir os princípios da palavra de Deus.

 

  1. NÃO FAÇA DO DISCIPULADO UM CURSO INTENSIVO.

 

O processo de discipulado é, antes de tudo, uma transferência de vida e não meramente uma transferência de conhecimento. Muitos discipuladores transformam o relacionamento de discipulado num curso de pós-graduação espiritual. Priorize o relacionamento e ensine quando as circunstancias o exigirem.

 

O melhor é esperar que o Espírito Santo crie situações de tratamento no caráter, ou de ensino de princípios espirituais. Tenha muito cuidado para não tentar criar situações artificiais de ensino ou de tratamento de caráter. Nós precisamos aprender o verdadeiro caminho para a prática do discipulado.

 

O discipulado como forma de treinamento é sumamente importante para a vida da Igreja e para extensão do reino de Deus.

 

Num discipulado existe treinamento. O treinamento deve sempre levar o discípulo ao compromisso com Cristo. Depois, poderemos desenvolver um treinamento mais especifico preparando o discípulo para fazer a obra de Deus.

 

Mateus 15:14 Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.

 

4 – SIRVA O SEU DISCÍPULO.

 

Evidentemente, a autoridade e a submissão são bíblicas. Mas nenhum discipulado funciona apropriadamente se o ensino claro sobre submissão e obediência não for precedido ou acompanhado pelo ensinamento do amor e serviço.

 

Discipuladores que exercem autoridade sem o coração cheio de amor costumam se tornar tiranos, ignorando completamente as necessidades do discípulo.

 

Os discípulos devem ser submissos aos seus discipuladores evidentemente que sim, por outro lado o discipulador precisa entender que ele é o servo do discípulo e não o dono.

 

Devemos ter em mente a visão de Deus sobre autoridade. No mundo autoridade é sinal de posição e domínio, mas no reino de Deus a autoridade vem quando servimos em amor.

 

 Mc. 10: 43 Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; 44 e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. 45 Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

 

Três coisa que devemos dar aos nossos discípulos.

  1. Devemos dar nós mesmos. (seu tempo, amizade, seu interesse)
  2. Devemos dar exemplo. (atitude, caráter, compromisso)
  3. Devemos dar a palavra de Deus. (Jo 15:3, temos que ensinar a guardar tudo o que Jesus ordenou).

 

5 – CUIDADO COM A NEGLIGÊNCIA.

 Não seja negligente com a pontualidade e também não desmarque um encontro na última hora a não ser que haja uma razão realmente forte para isso. Lembre-se que você é para ele o padrão de cristão, portanto, cuidado para não decepcioná-lo com atitudes erradas como: inconstância, ira, orgulho, falta  de paciência… atc.

6 – CUIDADO COM O ZELO SEM SABEDORIA.

 Os crentes superprotegidos são inseguros e necessitam constantemente de “mamadeira” espiritual.

Não faça tudo por ele, no inicio de sua Caminhada cristã você deve dar aquela ajuda, mas jamais esquecendo de ensinar com muito carinho e de uma forma muito gentil.

Exemplo: você não pode buscá-lo todas as vezes de carro para as reuniões da Igreja, mas deve dar uma força bem no inicio de sua vida cristã. O nosso papel é ensinar os discípulo a aderem com suas próprias pernas.

 

13 – NUNCA VIOLE A PRIVACIDADE.

 Não ultrapasse os limites da privacidade dos discípulos, tanto a nível pessoal quanto familiar. Uma coisa é o discípulo espontaneamente confessar algo de sua intimidade; outra bem diferente é o discipulador forçar a entrada ou invadir sua privacidade.

Quando a convicção de pecado provém da atuação do Espírito Santo, naturalmente o discípulo buscará a sua ajuda como um irmão em quem confia e abrirá o coração com você.

A FORMAÇÃO DE UM LÍDER

A FORMAÇÃO DE UM LÍDER

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Pv 28: 2 Por causa da transgressão da terra, mudam-se frequentemente os príncipes, mas por um, sábio (ter discernimento, percepção, compreensão, ser inteligente, discreto, ter compreensão) e prudente, (saber por experiência )se faz estável a sua ordem.

Uma liderança boa e forte: isso é o de que mais precisa o mundo de hoje. Para qualquer lugar que olhamos hoje há necessidade de bons lideres.

Não são novos os segredos para a formação de líderes bons. Neemias, um homem que viveu por volta de 450 anos a.C, é um exemplo fantástico a ser copiado.

 

Os benefícios produzidos por uma liderança boa é sólida:
“… a ordem se mantém com um líder sábio e sensato”.

Observe, em particular, que a palavra fala de um governante sábio e de uma ordem que permanece.

Só por meio de uma liderança boa e firme acharemos estabilidade.

Vejamos agora alguns princípios básicos da liderança:

  1. NADA ACONTECE ATÉ QUE HAJA UM LÍDER.

É uma lei da vida. Assim a história demonstra.

Enquanto não apareceu um homem chamado Martin Luther King e disse “tenho um sonho”, movimento dos direitos Civis dos Estados Unidos não era nada.

Nada teria acontecido se um Jovem não tivesse coragem de contar seu sonho, mesmo que fosse tão absurdo, como foi o sonho de José do Egito, que alimentou o mundo com o trigo mais fino.

No livro de Juízes, no último versículo, temos um resumo muito triste: “Naquela época não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhes parece certo”.

Onde não há uma liderança apaixonada pelo aquilo que faz, o resultado é a esterilidade, confusão e desorientação.

 

  1. LIDERANÇA É INFLUÊNCIA.

Em uma só palavra: liderança é influência, para o bem ou para mal. O Apostolo entendia isso ele aconselha Timóteo, a ser padrão dos fieis.

1 Tm 4: 12 Não deixe que ninguém o despreze por você ser jovem. Mas, para os que crêem, seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza.

 

Se não estiver havendo influencia não há liderança. Porque a verdadeira liderança influencia. Quanto maior a esfera de nossa influência, tanto maior é nossa responsabilidade.

Os grandes líderes influenciam-nos a irmos a lugares que nunca iríamos por conta própria e a fazermos coisas de que nunca tínhamos pensado que fossemos capazes de fazer

O certo é que você crendo ou não você é um modelo. A questão não é se você é ou não um líder. A pergunta é: você é um bom líder?

 

  1. O FUNDAMENTO DA LIDERANÇA É O CARÁTER, E NÃO O CARISMA.

 É provável que você tenha visto um bom número de líderes com muito carisma, cujo ministério não durou muito tempo porque careceram de caráter.

Pessoas carismáticas têm um encanto pessoal e isso os sustenta por um tempo, mas, no fim, manifesta-se nele a falta de caráter, destruindo assim suas vidas e o propósito de Deus.

A liderança é influência, e sem credibilidade sua influência não irá muito longe. Talvez as pessoas o sigam por um tempo.

  1. Fala que vai a um compromisso e não vai.
  2. Chega atrasado a um compromisso.
  3. Meia verdade é mentira.

Não há um tipo de personalidade concreto para os líderes. Deus quer usar todos os tipos de personalidade.

A liderança não é uma questão de personalidade. O que de fato, é necessário para a liderança é o caráter. É a única coisa que todos os grandes líderes têm em comum. Neemias era um homem comum, fez coisas extraordinárias para Deus porque tinha caráter.

A seguinte passagem nos mostra três características dos bons líderes:

1 – Têm uma mensagem digna de ser lembrada.

Hb 13: 7 Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.

Quando eles falam, as pessoas escutam. Você fala de tal maneira que deixa marcas no coração das pessoas.

 

2 – Têm um estilo de vida digno de consideração.

“Observem bem o resultado da vida.” A vida dele está de acordo com sua mensagem? Será que estamos vivendo o que pregamos?

 

3 – Têm uma fé digna de ser imitada.

“Imitem a sua fé”. Qual é a mensagem da sua vida? O que Deus quer dizer ao mundo por meio da sua vida? Se você quer ser um bom líder, precisa desenvolver uma mensagem digna de ser lembrada.

Levar um estilo de vida digno de ser considerado e ter uma fé digna de ser imitada.

 

  1. A LIDERANÇA PODE SER APRENDIDA.

Todos nós temos potencial para chegar a ser grandes líderes. Os lideres não nascem prontos, eles são feitos. Aprendemos a ser líderes

As pessoas se convertem lideres pela forma com que respondem às circunstâncias. É necessário mais energia para cortar lenha com um machado que não está afiado que com um machado afiado. Precisamos aprender a trabalhar com mais inteligência, não com mais esforço. Ec 10:10.

Que nos esforcemos em depender mais de Deus e de Sua Palavra!!!

PORQUE NOS DECEPCIONAMOS?

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Só se decepciona com as pessoas quem se relaciona com as pessoas. Quem não quer se decepcionar não deve se relacionar, mas esta hipótese não é possível. Não há como reduzir a zero os nossos relacionamentos.

Em lugar de fugir das pessoas, precisamos aprender a como nos relacionar com elas e verificar como temos nos comportado. Comecemos por perguntar: por que nos decepcionamos?

1. Temos uma visão errada da natureza humana

Nós nos decepcionamos porque temos uma visão errada da natureza humana, ao nos esquecermos que decepcionar é da condição humana. Devemos nos lembrar que em nós não há bem nenhum.

Recordar o ensino bíblico acerca dos pecados nos ajuda a viver melhor. Há uma lei (um comportamento típico) em mim, que produz a seguinte característica: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim (Romanos 7.21). A razão disto é que todos [os seres humanos] se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer (Romanos 3.12). Por mais dura que seja esta verdade, esta é a verdade.

Por esta razão, Deus nos ensina a nos relacionar com os homens, mas não a confiar neles. O desafio de Jeremias pode não ser politicamente correto, mas é correto em todos os outros níveis, ao declarar: Assim diz o Senhor: “Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força” (Jeremias 17.5a,b).

Agar se decepcionou com Abraão, porque se esqueceu do que Sara podia fazer, por causa do seu ciúme, e do que Abraão podia executar, por causa da sua fraqueza. Mesmo aqueles que são geralmente pessoas bondosas fracassam e decepcionam, voluntária ou involuntariamente.

2. Esperamos demais das pessoas.

Um dos comportamentos produtores de decepção é a expectativa errada acerca dos outros. Ela é facilmente explicada: todos queremos pertencer, todos queremos nos relacionar. Às vezes, na verdade, queremos ser servidos ou afagados pelas pessoas. Neste trajeto, idealizamos as pessoas, idealizamos os relacionamentos, acabamos esperando demais das pessoas, esperando delas o que não podem dar. Há pais que esperam demais dos seus filhos. Há filhos que esperam demais dos seus pais. Expectativa elevada é mãe de uma frustração elevada.

Não podemos esperar que o nosso próximo (mesmo o mais próximo) supra o que, por definição, não pode suprir.

Relacionemo-nos, mas não esperemos gratidão sempre. Só dez por cento das pessoas a quem socorremos, ajudamos e amamos nos socorrerá, nos ajudará e nos amará. O sentido de gratidão é uma exceção espiritual, não um comportamento natural. Quando só voltaram para agradecer um dos dez leprosos que curara, Jesus, que conhecia a alma humana, mostrou aos seus discípulos o que é a natureza humana (Lucas 17.17). Depois de ter servido por anos ao seu povo, Samuel esperava reconhecimento pelo seu trabalho. Não esperava ser descartado como um velho. Não esperava que seu modo de governar fosse substituído por outro. Samuel se esqueceu do que é a natureza humana. A sabedoria bíblica, por isto, nos pede para fazer o bem sem olhar a quem, como se fizéssemos o bem de olhos fechados, sem ver a quem servimos, que é a única maneira de jamais sermos decepcionados.

Relacionemo-nos, mas não esperemos que aqueles que têm algo contra nós venham conversar conosco, para buscar o entendimento e, quem sabe, a paz. Isto pode acontecer, mas o padrão humano é nos condenarem sem nos dar a oportunidade de defesa.

Relacionemo-nos, mas não esperemos que aqueles que nos ofenderam venham nos pedir perdão sincero. Isto pode até acontecer, mas o padrão humano, na melhor das hipóteses, é um pedido desculposo, do tipo: “oh, eu não quis ofender você, mas, se ofendi, peço perdão”. Ou a gente ofende ou não ofende, não importa se culposa ou dolosamente. Não há meio termo.

Se a decepção é uma verdade, também é uma verdade que, apesar dela, precisamos nos relacionar. A recusa ao outro não é uma opção válida.

3. Esquecemo-nos que somos capazes de cometer o erro que os outros cometem conosco.

Há algo em nós que precisa de cuidado. Parte de nossas frustrações relacionais advém de erros que nós cometemos, não de falhas dos outros para conosco. Muitas vezes, nos achamos incapazes de cometer o erro que o outro cometeu conosco. Nós sempre somos corteses. Somos sempre gratos. Procuramos esclarecer os fatos antes de julgar os outros. É isto que pensamos de nós mesmos, embora os outros não pensem a mesma coisa.

Precisamos nos lembrar que há um Pedro dentro de nós. Mesmo advertido de que o faria, o futuro líder da igreja de Cristo negou a Jesus três vezes num curto espaço de tempo. Ele ficou tão decepcionado consigo mesmo, que chorou amargamente (Lucas 26.75). Houve muita virtude neste choro, que poderia ter sido sublimado por uma desculpa. “A pressão era demasiada e eu não aguentei. Eu não neguei; fui apenas mal-interpretado. Também não fez diferença nenhuma o que eu falei”.

Devemos ter a visão correta da natureza humana, inclusive para evitar a auto-decepção. Agar, quando ficou grávida, tripudiou sobre Sara, que era estéril (Gênesis 16.4). Sara jamais poderia imaginar aquele comportamento por parte de sua empregada, mas ela o teve, decepcionando-a. Agar, portanto, ao se decepcionar com Abraão e Sara, se esqueceu do que ela mesma fizera.

Não somos perfeitos. Somos Pedro. Somos Sara. Somos Abraão. Somos Agar. Não nos esqueçamos que, por vezes, nós somos os agentes da decepção. Oremos a Deus para nos dar discernimento para ver nossos próprios enganos.


O pior engano é o auto-engano.

4. Lembremos que nem sempre somos realmente decepcionados.

Erramos em nossos julgamentos. Nem sempre nossa decepção tem base na realidade. Varias vezes em suas cartas, o apóstolo Paulo lamenta que alguns o julgavam por atitudes que não tomou. Diante, por exemplo, da desconfiança de alguns coríntios, ele escreveu: Não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos, por amor de Jesus (2Coríntios 4.5). Só porque ele pregava com autoridade e condenava com veemência o pecado, alguns achavam que Paulo estava indo longe demais.

Nós somos capazes de condenar as pessoas sem conferir o comportamento delas.

Às vezes, uma pessoa se magoa diante de uma palavra contra ou sobre ela que jamais foi proferida.

Precisamos duvidar de nossas certezas.

5- O DESAFIO DE VOLTAR A CONFIAR

Se o preço da decepção é alto, é mais alto ainda o preço de não nos relacionarmos, pela simples razão de que não o conseguimos e, no fundo, não o queremos.

Jesus é um exemplo de como nos devemos comportar, mesmo depois da decepção. Após a ingratidão dos nove leprosos (Lucas 17.17), Jesus continuou a curar. Ele não desistiu de fazer o bem porque recebeu a indiferença da maioria como resposta. Podemos imaginar que o fazia pela alegria de alguns, apesar da insensibilidade para a gratidão por parte da maioria. Ele não fazia para ser reconhecido (para que lhe agradecessem). Na verdade, Ele era reconhecido (notado) pelo que fazia.

Há uma personagem bíblica muita marcada pelas decepções. Eu me refiro ao apóstolo Paulo. João Marcos, o sobrinho de Barnabé (Colossenses 4.10), foi um dos que o decepcionaram (Atos 15.39), mas, alguns anos depois, o apóstolo fez um estranho pedido a Timóteo, seu colaborador: Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério (2Timóteo 4.11). Paulo aceitou o desafio de voltar a confiar em Marcos, tornando-se de novo seu cooperador (Filemon 24). Aquele que o abandonara era agora um cooperador de grande valor.

Com relação, portanto, àqueles que nos decepcionam, nossa atitude deve ser a de Paulo em relação a João Marcos. Ele não recusou relacionar-se.

Pela boca do profeta Jeremias, Deus nos orienta a como proceder.

[TEXTO BÍBLICO]

Assim diz o Senhor:

“Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força e cujo coração se afasta do Senhor. Ele será como um arbusto no deserto; não verá quando vier algum bem. Habitará nos lugares áridos do deserto, numa terra salgada onde não vive ninguém.

Mas bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nele está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando chegar o calor, porque as suas folhas estão sempre verdes; não ficará ansiosa no ano da seca nem deixará de dar fruto”.

O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?

(Jeremias 17.5-9).

 

 

Entendendo como as pessoas pensam

Entendendo como as pessoas pensam
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Por Mark W. Baker
“Com que compararemos o reino de Deus ou que parábola usaremos para descrevê-lo? Ele
é como a semente de mostarda, que é a menor semente que plantamos no solo. No entanto, quando plantada, ela cresce e torna-se a maior de todas as plantas do jardim, com ramos tão grandes que os pássaros do ar podem se abrigar à sua sombra.” Com muitas parábolas como essa Jesus anunciava a seus seguidores a Palavra conforme podiam entender. Ele não lhes falava nada a não ser em parábolas. Marcos 4:30-34

Jesus sabia que quase tudo o que fazemos na vida baseia-se simplesmente na fé. A maior parte das nossas decisões é tomada inicialmente em razão do que sentimos ou acreditamos. Só depois racionalizamos para justificar nossas escolhas. Jesus usava parábolas para nos obrigar a lidar com as nossas crenças, e não com nossos raciocínios lógicos.
A pessoa verdadeiramente sábia é sempre humilde. Jesus nunca escreveu um livro, sempre falou por meio de parábolas e conduziu as pessoas à verdade através do seu exemplo vivo.

Ele era confiante sem ser arrogante, acreditava em valores absolutos sem ser rígido e tinha clareza sobre sua própria identidade sem julgar os outros.

Jesus abordava as pessoas com técnicas psicológicas que estamos apenas começando a entender. Em vez de mostrar-se superior, dando palestras eruditas baseadas no seu conhecimento teológico, ele humildemente dizia o que queria através de simples histórias. Falava de um modo que levava as pessoas a ouvirem, porque sabia o que as fazia querer escutar. Jesus foi um poderoso comunicador porque compreendia o que a psicologia está nos  ensinando hoje: que baseamos a nossa vida mais no que acreditamos do que no que sabemos.
Suas críticas mais severas eram dirigidas aos professores de religião, embora fosse um deles. Jesus não os censurava pelo conhecimento que possuíam, mas pela arrogância que demonstravam. Para ele era claro que quanto mais aprendemos, mais deveríamos perceber que existem muitas coisas que ainda não sabemos.

A arrogância é sinal de insegurança. Jesus entendia que as idéias humanas nunca expressam totalmente a realidade, e seu estilo de ensinar sempre levou este fato em consideração.

Acredito que se desejarmos ser  comunicadores mais eficazes precisamos aprender o que Jesus sabia a respeito da relação entre o conhecimento e a humildade. Os grandes pensadores são sempre humildes. Eles compreendem que a vida está mais ligada à fé do que ao conhecimento.

Agenda 2017

Agenda atualizada em 25.03.17
Resultado de imagem para 2017MAR – 27– Igreja Resgatando Vidas (TADEL) 20H
Rua Elísio Turino, 450 – LONDRINA-PR

ABR – 13 e 14 – Presbiteriana Renovada CIANORTE -PR – Pr Anderson (68) 99916.4006

ABR – 16 – Batista Shalon CIANORTE -PR
Pr Neilton (44) 99989.8494⁠

ABR – 21 a 23 – Igreja Missões OURINHOS -SP – Pra. Adelânia (14) 997285098

 PR ANDRE HENRIQUE TORRES RIBEIRO
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Viver o avivamento

 

1Jo 4:7 -21
7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos. 10 Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado. 13 Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele em nós: por ele nos ter dado do seu Espírito. 14 E nós temos visto, e testificamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo. 15 Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus. 16 E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus nele. 17 Nisto é aperfeiçoado em nós o amor, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos também nós neste mundo. 18 No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor. 19 Nós amamos, porque ele nos amou primeiro. 20 Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu. 21 E dele temos este mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão.

Viver o avivamento significa um confronto total do humanismo na espera da Sua doce voz num despertamento de intimidade e principalmente no primeiro amor. É ter a sede saciada com a água da vida, com a presença de Jesus… é constrangermos as pessoas pelo amor e não pela imposição, é permanecermos em Deus a maneira de Deus. Frutificar para Deus é permanecer n’Ele. Deus é a fonte  e é somente Ele quem pode trazer frutificação sobre nossas vidas. Nascemos para frutificar para o Reino de Deus —-

Ninguém me ama como Meu Senhor!!!!

A maior expressão do Avivamento é darmos nossa vida em amor ao próximo sem julgamento, crendo que, independente de qualquer coisa, o AMOR DO PAI é poderoso para restaurar, curar, limpar as feridas e trazer a verdadeira liberdade!

A verdade libertadora consiste em deixarmos marcas de amor nas pessoas  —- isso é viver o avivamento. É deixarmos toda a malícia, desconfiança — é voltarmos a ser como criança no crer. A criança acredita cegamente — temos que voltar a crer cegamente em Jesus — perdidos de amor….

Senhor limpa-nos da religiosidade!!!!!
Senhor liberta o Teu povo que está cativo dos sistemas da religião e que abandonaram o primeiro amor… que valorizam mais os cargos, o orgulho, a soberba, o “status” do que a Tua doce presença….

Quem prega o perdão e nunca pediu perdão é pior que o pecador consciente!!!
Quem prega amor e cuidado apenas como uma franquia, já não sabe mais quem é Deus!!!!
Quem usa do discipulado para a manipulação e não para a cura e crescimento em Deus está mais enlameado do que o porco no chiqueiro!!!!!

Isso é a essência do profético e não palavras prontas e usadas para benefício humano e tendencioso, isso é avivamento — quando ficamos expostos a tais verdades doloridas — doloridas porque ferem nosso “ego”, mexem nas estruturas obscuras do coração!!!

Ser pastor é mais do que um cargo, é um chamado vindo de Deus — minha conduta no Reino diz se tenho ou não autoridade —-tudo passa por mim!!!! Nem sempre a aprovação dos homens significa a aprovação de Deus e a aprovação de Deus a aprovação dos homens!!!

Lembra daquele ditado — ” para conhecer alguém, coma um quilo de sal com ela”….

Digo porém, não se apoie nas pessoas, elas irão te decepcionar, não se esforce tanto em conhecer as pessoas, dê tudo de você para conhecer o criador das pessoas, o criador de todas as coisas… quanto mais conhecemos de Deus, melhor nos relacionamos com as pessoas…. Quanto mais perto de Deus, mais doce ficamos….

Jo 4:26 JFA-RA
Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo.

Vozes de uma pedra  – Lc. 19:40
Pr Andre Henrique Torres Ribeiro

 

O Conhecimento da Glória do Senhor

Hc 2:14 NVI

E a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas enchem o mar.

Que venha Teu Reino Senhor, que toda religiosidade caia por terra, que toda injustiça e maldade, sejam enfraquecidas pelo conhecimento da TUA glória do Senhor……que todos os impérios humanos caiam diante do Rei da Glória, que toda arrogância, prepotência fiquem desfocadas diante da presença daquele que Vê e Sabe de todas as coisas.
Que sejamos mais cheios de Deus e menos cheios dos títulos, dos cargos inúteis criados para distração da verdadeira essência da adoração. Que o meu eu morra diariamente a morte de Jesus e não a morte que o homem tenta maquiar, padronizando como espiritual e que por de trás, serve apenas para satisfazer caprichos particulares para construir impérios próprios. Que possamos gastar nossa vida no Reino, para o Reino e com o Reino, junto com o Rei da Glória e não com um rei humano. Os homens perderam o juízo, querem substituir o Espírito Santo, pelas percepções mentais contaminadas de soberba. Ninguém é dono de ninguém, meu Dono é Jesus e toda minha vida será para Ele.

Não se importe com o que mentes finitas, julgadoras e soberbas dizem a seu respeito, se preocupe com o que Deus diz a teu respeito, se preocupe com o que a Bíblia diz e não o que as pessoas dizem. Querem colocar o mover de Deus dentro de uma caixa chamada – “honra ao ser humano” – lixo!!!!! É isso que somos, lixo! Pecadores, que não merecemos nada e que fomos alcançados pela Graça – Maravilhosa Graça!!!!!

Hc 3:19 JFA-RA

O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos.

Pr Andre Henrique Torres Ribeiro
Vozes de uma pedra – Lc. 19:40