A CONSOLIDAÇÃO FEITA NA CÉLULA

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“…foram batizados os que de bom grado receberam a Sua palavra”

(Atos 2.41)

 

  • Todos os membros da célula devem estar engajados na tarefa de convidar e influenciar pessoas. Esses são passos que levam a uma conversão profunda e genuína.

 

  • Sendo a conversão algo muito íntimo e pessoal, o melhor espaço para tal é um ambiente amigável e acolhedor, e nesse sentido a célula desempenha um papel fundamental. Ato contínuo deve ocorrer a integração da pessoa na vida dessa célula.

 

  • É muito difícil integrar na família quem ainda não nasceu. Um casal está esperando um nenê. Fazem os exames médicos que o sexo do feto esperado, menino. O casal escolhe o nome, faz todos os preparativos. O casal brinca falando do filho como se já fizesse parte da família. Mas mesmo com toda essa atitude de boa aceitação, o filho não pode ser integrado na família antes de nascer.

 

  • O alvo da evangelização é fazer discípulos. Muitas pessoas, pela nossa experiência, não são ganhas para Cristo na igreja, mas no ambiente da célula.

 

  • Muitos, quando vão à igreja pela primeira vez, já foram três, quatro ou mais vezes na reunião da célula, grupos de evangelismo ou qualquer outro evento promovido pelos irmãos.

 

  • Assim, quando alguém se converte na célula, podemos e devemos começar a consolidá-lo ali mesmo. Os irmãos que trabalham no Acolhimento e na Consolidação da igreja, com a toda a experiência que já acumulam dos cultos de celebração, podem fazer isso muito bem. Mas não só eles. Todos os membros da célula devem estar aptos a realizar essa tarefa, em todo e qualquer lugar.

 

  • O alvo desta fase da evangelização, consolidação, é o crescimento ou o desenvolvimento dos discípulos. Por isso uma consolidação firme é também baseada numa evangelização firme. Se a pessoa foi à célula, é porque o processo de evangelização já está surtindo efeito.