Discipulando as Crianças com os Pais nas Células Intergeracionais

Discipulando as Crianças com os Pais nas Células Intergeracionais

By Lorna Jenkins

Muitas das coisas que as crianças aprendem na vida não vêm da escola, mas de casa. Elas observam os adultos em sua família, e são incentivadas a tentar até que, no final, elas têm uma nova habilidade. Cortesia, por exemplo, se aprende ao observar os outros, e ser constantemente lembrado até que isso se torne uma forma natural de vida. Isso raramente se aprende com livros. Ler, praticar esportes, cozinhar, cuidar de crianças, jardinagem, são coisas que começam em casa e se expandem com a prática.

Seguir a Jesus acontece da mesma maneira. As crianças aprendem a segui-Lo observando outras pessoas que seguem a Jesus. Primeiramente isso pode acontecer na família. Quando as crianças podem ver como seus pais colocam Jesus em primeiro lugar e dependem dEle dia após dia, elas têm um modelo vivo de como isso é feito. Melhor ainda, quando a vida fica difícil, ou quando surgem perguntas, elas têm alguém para ajudá-las a encontrar respostas.

O exemplo pode ser expandido para a comunidade em geral da Célula Intergeracional. Aqui existem outros modelos interessantes da vida cristã; pessoas que conhecem as crianças e se importam com elas; as pessoas estão dispostas a ajudar e a estarem envolvidas. As crianças descobrem como os jovens adultos seguem a Jesus e quantos as pessoas mais velhas ainda acham que Jesus é a pedra de suas vidas. Há mais exemplos de fazer o que Jesus faria em situações complicadas.

A melhor coisa sobre a célula intergeracional é que ela fornece um campo de prática onde as crianças podem experimentar as suas habilidades cristãs. Quando elas são incentivadas a orar e adorar, a compartilhar quebra-gelos e testemunhos, a sua confiança se expande. Nada é mais edificante da fé do que orar por alguém e ver Deus responder a essa oração.

A célula intergeracional é também uma equipe para o ministério. Quando eles saem para uma caminhada de oração pela região, as crianças vão também. As crianças na Igreja Batista Comunidade da Fé (Faith Community Baptist Church) em Singapura, amavam caminhadas de oração em seus distritos. Elas liam os tópicos de oração e nos lembravam quando nós chegávamos a um lugar estratégico para a oração. Mesmo os bebês iam em seus carrinhos. As crianças costumavam a fazer visitas com seus membros da célula nos blocos de apartamentos.

Quando a célula ia em uma viagem missionária, as crianças iam junto, e as pessoas que eles visitavam ficavam encantadas e maravilhadas de ter as crianças com eles. As crianças oravam pelas pessoas que os adultos estavam dando testemunho, e os adultos oravam pelos amigos das crianças. A célula apoiava as crianças para acontecimentos marcantes como batismo, graduação e conquistas esportivas.

Existia uma expectativa normal de que as crianças recebessem o Espírito Santo e fossem capazes de orar no Espírito pelos outros. Essa era a cultura e o clima da célula e as crianças nunca duvidaram de que Ele estava disponível para elas. Elas ouviram sobre as alegrias e tristezas da vida, e como Deus poderia ser o seu conforto e proteção. Elas não precisaram ser convencidas de que Deus era real. Elas O viam em ação a cada semana entre um grupo de amor de cristãos – bem parecido com a igreja do primeiro século!

As crianças que não têm pais cristãos podem ser adotadas em uma célula intergeracional e podem ter o seu próprio responsável pessoal para cuidar delas. Livros e cursos são úteis para o discipulado e treinamento das crianças, mas nada pode substituir a experiência viva da família e de uma célula intergeracional.

Autor: Pr Andre LDA

Bacharel em Teologia pela Faculdade Evangélica do Brasil - ISBL, estudou também na Faculdade Teológica Sul Americana, convalidando o curso na Unicesumar. Especialista em docência no ensino superior pela Unicesumar e Liderança, Plantação e Revitalização de Igrejas pelo Seminário Teológico Asbury. Atualmente é graduando em licenciatura em história pela Unicesumar. Tenho uma grande e honrosa missão, Ganhar, Cuidar e Encorajar as pessoas a terem um relacionamento com Jesus, é nisso que gasto minha vida, eu e toda minha família estamos envolvidos nesta nobre tarefa. Soli Deo Gloria

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