O Dom da Amizade

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… É incrível o dom da amizade que nos move para um nível totalmente novo de amor e compaixão. “Para amar alguém não necessariamente significa em primeiro lugar em fazer as coisas para eles, mas revelar-lhes a sua beleza e valor, para dizer a eles através de nossa atitude: ‘Você é lindo (a). Você é importante. Eu confio em você. Você pode confiar em si mesmo (a). “Amar alguém é revelar-lhes as suas capacidades para a vida.” (Jean Vanier, Brokenness a Comunidade, p. 16)

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Deus nos fez únicos, e através do Espírito Santo usa nossas características individuais para Servir no Reino de Deus. Não se anule, Deus lhe deu características suas (exclusivas).. e o que me fascina no Reino de Deus é que pelo sobrenatural a UNIDADE se forma na beleza da diversidade. Devemos ser igual a Jesus e não igual as pessoas. É claro que, quando amamos e respeitamos muito alguém, é inevitável, que alguns traços sejam absorvidos por causa do relacionamento, mas mesmo assim, mesmo que existam traços iguais, no fundo, verdadeiramente — cada um é cada um. Temos apenas que ter um coração ensinável, quebrantado para que a obediência e submissão (e outras características da autoridade) fluam através da nossa vida, fundamentadas no AMOR GENUÍNO da PALAVRA DE DEUS. – Pr Andre Henrique Torres Ribeiro

Solte a Corda

Celebrating God’s Presence. Equipping God’s People. Communicating God’s Word. Demonstrating God’s Love.

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Quando criança, um grupo de indivíduos (sim, perceba aquela palavra novamente—grupo) estava me ensinando a praticar esqui aquático. Encolhidos com segurança dentro de um barco seco, eles gritavam breves instruções. Algumas dessas diretivas eu ouvi e outras eu não ouvi conforme a água espirrava contra a minha cabeça e rosto.

Um comando desafiador era “Faça o que fizer, não solte a corda!” Oh, isso aconteceu com você também?! Não há necessidade de terminar a história. Vamos apenas dizer que a minha adesão ao comando me causou grande dor, uma vez que meu corpo foi violentamente puxado através da água. Meu relatório final é sucinto. Eu não deixei aquela corda até que o barco parou. O “grupo” caiu em gargalhadas.

Eu cometi erros no meu ministério muitas vezes. Eu “não soltei a corda” na esperança de que um certo líder de célula e/ou um pastor companheiro na equipe pudesse “chegar”, ser “frutífero”, resolver seus demônios do passado, “captar a visão”, tratar os outros com amor, ou simplesmente “fazer o trabalho que foi contratado(a) para fazer”.

O autor e palestrante Henry Cloud compararia “largar a corda” com um “final necessário”. Ele escreve: “Nós temos uma tolerância incrível para a dor, especialmente se pensarmos que ‘poderia ficar melhor’. Então, dizemos a nós mesmos pequenas mentiras como ‘isso vai mudar’ ou ‘não é sempre assim’. Então aguentamos por um dia, e outro, até que os dias se transformem em anos”.

Cloud incentiva um líder a ser consciente de sua preocupação com a outra pessoa e da verdade. Um dia, a conversa “final necessário” terá lugar. Ele afirma:

“Comprometa-se a ser honesto e claro, e não estenda isso através de um labirinto de explicações, desculpas, e condescendência menos que honesta. Planeje apenas ser bom e contar as coisas do jeito que são, com muita compaixão. Amável, mas verdadeiro”.

Talvez Deus esteja dizendo: “É hora de soltar a corda”. Talvez Deus esteja nos pedindo para considerar um “final necessário”.

Aprenda com o meu erro.

Rob